Homem mata a namorada e a sogra em Coromandel

Após o crime, o suspeito tentou se matar, mas foi socorrido para o hospital da cidade.

Igor Nunes
09/05/2019 - 08h11

Homem mata a namorada e a sogra em Coromandel

Após uma discussão familiar, um jovem de 21 anos matou a namorada e a sogra e em seguida tentou se matar no município de Coromandel durante a madrugada desta quinta-feira (09).

Segundo o boletim de ocorrência, por volta das 4h, a Polícia Militar (PM) foi acionada por vizinhos relatando que havia uma mulher correndo na rua gritando por socorro.

Ao chegar no local, os policiais depararam com o suspeito Cristóvão José da Costa, 21, que ao avistar a viatura começou a esfaquear-se no próprio pescoço tentando suicidar.

O jovem foi contido pelos militares e conduzido ao pronto socorro. A PM também deparou com o corpo de Iasmin Machado Santos de Corpo, 21, namorada do rapaz, já sem vida.

No interior da casa, os policiais também encontraram o corpo de Andréa Machado dos Santos Braga, 55, mãe da vítima. Ambas foram assassinadas pelo suspeito com golpes de faca.

Uma criança de 2 anos do sexo masculino sobreviveu ao atentado. Ela encontrava-se em estado de choque e foi conduzida pelo Conselho Tutelar. Posteriormente o pai da criança foi informada do ocorrido.

A perícia da Polícia Civil esteve no local dos homicídios e após efetuar os trabalhos de praxe, liberou os corpos para a funerária.

O suspeito, que praticou os assassinatos devido a uma discussão familiar, foi transferido para Uberlândia em estado grave.

 

Atualizado às 10h09min:

Segundo informações do tenente coronel Jabes Campos, comandante do 46º Batalhão de Polícia Militar, o suspeito teria consumindo bebidas alcóolicas em companhia das duas vítimas no interior da casa, momentos antes de praticar os crimes.

A motivação não ficou muito clara pelo suspeito, que alegou a existência de um terceiro indivíduo que teria colocado a faca na mão dele e determinado que ele assumisse a autoria do crime e tentasse contra a própria vida.

A versão foi tida como fantasiosa pelos policiais, pois o suspeito não indicou quem seria o envolvido que teria fugido após o crime.


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