Representatividade e comprometimento na figura da Rainha do Milho

Conheça um pouco do mundo das representantes da beleza patense.

07/11/2018 - 16h04

Representatividade e comprometimento na figura da Rainha do Milho

Beleza, simpatia e boa comunicação - essas são algumas características que os jurados buscam ao eleger a Rainha Nacional do Milho, concurso que encanta e envolve os patenses desde a primeira edição da Festa do Milho. O título máximo da beleza patense surgiu inspirado em competições vizinhas, onde outras festas da região também costumavam eleger uma moça para representar sua cidade.

Dentro dessa perspectiva de representatividade, a Rainha simboliza a mulher patense e, ao participar de eventos em outras cidades ou estados, leva consigo a responsabilidade de apresentar a grandeza de Patos de Minas. Força, carisma e cordialidade são traços que a vencedora do concurso deve mostrar por onde for.

De acordo com a presidente da Comissão do Concurso Rainha Nacional do Milho, Maria Magda Coelho Cruvinel, as meninas são preparadas através da Escola de Rainhas. Lá, diversas aulas e palestras auxiliam as jovens na caminhada pelo título. Conforme a direção da Escola, elas aprendem não só sobre questões gerais referentes à formação da Rainha, mas também sobre juventude e família.

A presidente conta também que muitas candidatas conseguem alcançar outros projetos profissionais após a competição. “Para muitas meninas o concurso é o começo de muitos sonhos a serem vividos. Elas desenvolvem outros trabalhados após a eleição. E é bom destacar que elas são preparadas para a vida quando participam”, ela diz. A exemplo disso está Gislaine Rodrigues. Eleita Rainha em 2000, a jovem venceu o Miss Brasil em 2003 e realizou outros projetos no meio jornalístico.

Na comemoração de 50 anos da Festa, Katrina Lima foi a vencedora e tornou-se a ‘Majestade do Milho’ daquele ano. Ela ainda lembra dos bons momentos vividos, da alegria de representar Patos de Minas em uma data especial e fala da responsabilidade que o concurso impõe. “A competição não é apenas de beleza, a preocupação maior não é apenas selecionar meninas bonitas e eu acho isso incrível. Temos a responsabilidade de representar e levar a outros lugares não apenas a beleza da mulher patense, mas sua cordialidade, sua cultura e sobretudo a sua força.” afirma Katrina.

Ela espera também que para os próximos anos o caráter humano do concurso prevaleça. “Acredito que em uma época em que a sociedade tem se tornado tão "plástica", em que se padece tanto pela perda do essencial, dos nossos valores, da nossa cultura, é louvável ainda ter concursos assim”, finaliza.

Fonte: ASCOM Sindicato dos Produtores Rurais de Patos de Minas