Penúltimo dia do VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas quebra recorde de público

Cinco espetáculos foram apresentados ao decorrer do dia no Paiolão e Praça do Coreto. Encerramento acontece neste domingo (14).

14/10/2018 - 09h18

Penúltimo dia do VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas quebra recorde de público

Neste último sábado (13), o penúltimo dia de atrações do VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas – II Mostra Internacional reuniu peças teatrais com temáticas diversas como feminismo, reforma agrária, decadência, dentre outras.

A programação teve início às 14h no Paiolão, com o monólogo “Violetas” da Cia Violetas de Teatro de João Pessoa/PB, encenado por Mayra Montenegro. Numa versátil e comovente apresentação, a atriz retratou um esperançoso e árduo manifesto de empoderamento feminino.

Às 16h, na Praça do Coreto, a companhia Carroça Teatral de Sete Lagoas/MG apresentou a peça infantil “O auto do boi da manta, de repente o milagre da ressureição”, que narra a saga do sacrifício de um boi lendário para sanar a fome de uma gestante.

Sob gritos e protestos, a Companhia de Teatro Ícaros do Vale de Araçuaí/MG executou a peça “Terra – A história de João Boa Morte, cabra marcado para morrer”, às 18h no Paiolão. A obra critica a exploração rural de trabalhadores e o enriquecimento de fazendeiros.

De volta à Praça do Coreto e com recorde de público, às 20h, a peça humorística “Resquício” da Cia de Teatro La Luna de Florianópolis/SC, alegrou os patenses ao ilustrar como atrizes decrépitas encontram forças para tentar reviver um antigo e esquecido circo.

Com alto teor de abstração e surrealismo o Teatro Brancaleone e o Teatro Didático da UNESP realizou às 21h30min no Paiolão, uma obra de teatro visual inspirado no livro “Paulicéia Desvairada” do modernista Mário de Andrade.

Marcada por uma trilha sonora ruidosa e incômoda, aliada à aparição randômica de criaturas escatológicas e formas geométricas flutuantes, o espetáculo fez com que os espectadores buscassem o próprio sentido ao que foi assistido. A peça surpreendeu ao público devido à proposta sensorial.

Neste domingo (14), a peça “A Cerimônia” do Coletivo Impossível de Belo Horizonte/MG será exibida às 10h no Paiolão do Parque de Exposições, seguido da “Caravela da Ilusão” do Espaço Núcleo de Limeira/SP, às 14h30min.

“Nempalavras Nemcoisas (Um Rio)”, realizado por Parientes do Mar de Uberlândia/MG e Argentina ocorrerá às 16h, também no Paiolão. Reunindo todos os artistas do festival, um cortejo acontecerá às 18h pela Avenida Getúlio Vargas.

A última peça do festival será o “Auto da Folia”, da Trupe Ventania de Passos/MG e acontecerá às 19h na Praça do Coreto. O encerramento e premiação do VI Festival Nacional de Teatro de Patos de Minas será às 21h30min no Auditório do Bloco N do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam).


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Texto e fotos: Caio Machado