Crítica: Seriado Anos Incríveis

A série, uma premiada produção de 1988, traz as aventuras de Kevin Arnold, um garoto de 12 anos, inteligente e sensível, de uma típica família de classe média norte-america

Laura Silva
02/12/2008 - 15h16

Crítica: Seriado Anos Incríveis

A série foi rodada em 1988, a história se passava num subúrbio de Los Angeles entre os anos de 1969 e 1974. Nela, viamos a infância e a entrada na adolêscencia de Kevin, ao lado do inseparável amigo Paul (cujo ator, Josh Saviano, muita gente jurava ter se transformado em Marilyn Mason quando cresceu) e da amiga-namoradinha Winnie.

Era uma época feliz, apesar do tormento da escola, com os valentões, os amores não-correspondidos, as brigas com o irmão mais velho e sádico Wayne. Mas tinha a mãe Norma ,extremamente carinhosa e Jack  o pai durão, mas amoroso, apesar de não gostar de demonstrar e que passava o dia trabalhando para nada faltar à família, e a irmã hippie Karen .Como pano de fundo, a guerra do Vietnã, a chegada do homem à lua, a liberação sexual, os hippies.

Apesar de se passar nos Estados Unidos, a trajetória de Kevin Arnold era igual a de muita gente, que acabava se identificando com o personagem e lembrando os bons e maus momentos da chamada época da inocência. A trilha sonora também era deliciosa, com sucessos da época. Aliás, a música-tema era With a little help to my friends, dos Beatles. O seriado anos incríveis é daqueles que tem uma história sutil e simples, mas que marcou de forma significante os telespectadores que acompanhavam a série.

Infelizmente, o seriado já não passa mais. No Brasil, Anos Incríveis foi transmitido pela Tv Cultura e o Canal pago Multishow.

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