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    <autor>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o do Senar - Foto: Divulga&#231;&#227;o</autor>
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    <created-at type="datetime">2010-03-05T10:44:04-03:00</created-at>
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    <sintese>Na oportunidade, ele conheceu tamb&#233;m, o trabalho das Marias Artes&#227;s. </sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;Durante a vinda a Patos de Minas, o superintendente do Senar, Ant&amp;ocirc;nio do Carmo Neves, conheceu a sala do Programa de Inclus&amp;atilde;o Digital da CNA, em parceria com o Senar Nacional, instalada na sede do Sindicato dos Produtores Rurais. O presidente Evaristo Caixeta informou que os cursos de inform&amp;aacute;tica voltados para os produtores rurais e familiares, iniciaram-se este ano e j&amp;aacute; est&amp;aacute; na terceira turma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;&amp;Eacute; um programa que, pelos depoimentos que colhemos dos participantes, est&amp;aacute; sendo fundamental para que eles tenham contato com esta tecnologia de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, comentou Evaristo Caixeta. O superintendente destacou a import&amp;acirc;ncia deste programa para que os produtores tenham acesso a todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de interesse e possam ter um acompanhamento constante do agroneg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Na oportunidade, ele visitou ainda as Marias Artes&amp;atilde;s e p&amp;ocirc;de conhecer o trabalho artesanal que elas desenvolvem atrav&amp;eacute;s da palha, do capim e do algod&amp;atilde;o. As artes&amp;atilde;s apresentaram os produtos feitos e destacaram que, ainda no in&amp;iacute;cio das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, puderam participar de um treinamento em Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do Senar para a melhoria da qualidade das pe&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Nas visitas ele esteve acompanhado da assessora jur&amp;iacute;dica, Cl&amp;aacute;udia Cobianchi, do gerente regional do Senar, S&amp;eacute;rgio de Carvalho Coelho e de presidentes de Sindicatos de Produtores Rurais.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Superintendente do Senar visita sala do Programa de Inclus&#227;o Digital</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-03-05T10:44:04-03:00</updated-at>
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    <autor>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o do Senar - Foto: Divulga&#231;&#227;o</autor>
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    <sintese>Encontro aconteceu nos dias 3 e 4, em Patos de Minas e Paracatu. </sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;O Superintendente do Senar, Ant&amp;ocirc;nio do Carmo Neves participou nos dias 3 e 4, em Patos de Minas e Paracatu, de encontros com os presidentes das entidades cooperadas com o Senar. Ele esteve acompanhado da assessora jur&amp;iacute;dica, Cl&amp;aacute;udia Cobianchi e do gerente regional, S&amp;eacute;rgio de Carvalho Coelho. O objetivo foi estreitar as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com as entidades que s&amp;atilde;o parceiras do Senar na realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de treinamentos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional rural e de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, bem como de outros programas desenvolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Durante o encontro foram discutidos temas de interesse como o mercado de trabalho e a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Funrural. De acordo com o superintendente, atrav&amp;eacute;s do levantamento da demanda de mercado de trabalho, em cada regi&amp;atilde;o ou munic&amp;iacute;pio, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel estabelecer um cronograma de atendimento com os treinamentos da m&amp;atilde;o-de-obra rural.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Funrural, Ant&amp;ocirc;nio do Carmo solicitou dos presidentes que repassem aos associados as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que o &amp;iacute;ndice de 0,2% do Funrural referentes &amp;agrave; contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Senar seja pago em guia &amp;agrave; parte. Segundo ele, desde que o Supremo Tribunal Federal julgou a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria para o Funrural inconstitucional, isso tem gerado d&amp;uacute;vidas. &amp;ldquo;A contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida ao SENAR sobre a receita bruta da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, continua sendo obrigat&amp;oacute;ria, uma vez que a mesma possui natureza jur&amp;iacute;dica distinta e o SFT declarou inconstitucional somente a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida &amp;agrave; previd&amp;ecirc;ncia social, n&amp;atilde;o eximindo os produtores rurais - pessoas f&amp;iacute;sicas e jur&amp;iacute;dicas - de efetuar o recolhimento da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao SENAR&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Patos de Minas, Evaristo Jos&amp;eacute; Caixeta, a presen&amp;ccedil;a do superintendente do Senar nestes encontros v&amp;ecirc;m fortalecer as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es das entidades em cada regi&amp;atilde;o. O presidente do Sindicato de Irai de Minas, Marques Jos&amp;eacute; Naves ressaltou a import&amp;acirc;ncia do encontro para que o Senar conhe&amp;ccedil;a a realidade de cada lugar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Entidades Cooperadas participam de Encontro do Superintendente do Senar</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-03-05T10:39:18-03:00</updated-at>
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    <created-at type="datetime">2010-03-04T15:39:12-03:00</created-at>
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    <fonte>Ag&#234;ncia Minas</fonte>
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    <legenda-imagem>(Foto: Reprodu&#231;&#227;o)</legenda-imagem>
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    <sintese>A confer&#234;ncia ser&#225; realizada de 26 a 29 de maio, em Belo Horizonte, e ter&#225; o objetivo de promover a integra&#231;&#227;o entre os agentes que comp&#245;em o sistema brasileiro de defesa agropecu&#225;ria</sintese>
    <texto>&lt;p&gt;A II Confer&amp;ecirc;ncia Nacional sobre Defesa Agropecu&amp;aacute;ria, um dos eventos da Superagro Minas 2010, ter&amp;aacute; seu lan&amp;ccedil;amento na pr&amp;oacute;xima sexta (5), em solenidade &amp;agrave;s 11h no Minist&amp;eacute;rio da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (Mapa), em Bras&amp;iacute;lia. A solenidade ser&amp;aacute; presidida por In&amp;aacute;cio Kroetz, secret&amp;aacute;rio de Defesa Agropecu&amp;aacute;ria do minist&amp;eacute;rio. O secret&amp;aacute;rio de Estado de Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento de Minas Gerais, Gilman Viana, e o presidente do Conselho Nacional da Pecu&amp;aacute;ria de Corte, Sebasti&amp;atilde;o Costa Guedes, tamb&amp;eacute;m participar&amp;atilde;o do evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A confer&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; realizada de 26 a 29 de maio, em Belo Horizonte, e ter&amp;aacute; o objetivo de promover a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os agentes que comp&amp;otilde;em o sistema brasileiro de defesa agropecu&amp;aacute;ria, incluindo produtores rurais, empres&amp;aacute;rios da agroind&amp;uacute;stria, exportadores e importadores, fiscais agropecu&amp;aacute;rios e pesquisadores, entre outros. A Confer&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; uma promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade Federal de Vi&amp;ccedil;osa (UFV), Instituto Mineiro de Agropecu&amp;aacute;ria (IMA) e Minist&amp;eacute;rio da Agricultura (Mapa).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A confer&amp;ecirc;ncia ter&amp;aacute; uma programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o diversificada com workshops, simp&amp;oacute;sios, palestras e mesas-redondas, entre outras atividades. Na pauta, temas como o Projeto de Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tecnol&amp;oacute;gica para Defesa Agropecu&amp;aacute;ria e &amp;lsquo;Mais Ci&amp;ecirc;ncia, Mais Tecnologia&amp;rsquo;, al&amp;eacute;m do encontro dos dirigentes do F&amp;oacute;rum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecu&amp;aacute;ria (Fonesa) e das reuni&amp;otilde;es do Conselho Federal de Medicina Veterin&amp;aacute;ria (CFMV) e do Conselho Federal de Engenharia Agron&amp;ocirc;mica (Confea). Paralelamente &amp;agrave; Confer&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; realizada a AGROTC, Feira de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Agroneg&amp;oacute;cio, realizada pela Embrapa Inform&amp;aacute;tica Agropecu&amp;aacute;ria, pela SBI Agro e pela APL TI Vi&amp;ccedil;osa.&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Confer&#234;ncia sobre Defesa Agropecu&#225;ria ser&#225; lan&#231;ada na sexta-feira</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-03-04T15:39:12-03:00</updated-at>
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    <autor></autor>
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    <created-at type="datetime">2010-03-01T20:29:00-03:00</created-at>
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    <fonte>Secretaria Municipal de Comunica&#231;&#227;o - Foto: Arquivo PN</fonte>
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    <sintese>O preg&#227;o ser&#225; no pr&#243;ximo dia 16 de Mar&#231;o, &#224;s 14 horas, na sede da Prefeitura, em Patos de Minas.</sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;A Prefeitura de Patos de Minas, atrav&amp;eacute;s da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (SEMAPA), lan&amp;ccedil;ou o edital de permiss&amp;atilde;o de uso das 20 lojas e do restaurante da Ceasa Regional Patos de Minas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Segundo o que est&amp;aacute; contido no documento, o preg&amp;atilde;o ser&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo dia 16 de Mar&amp;ccedil;o, &amp;agrave;s 14 horas, na Cidade Administrativa &amp;ldquo;Jornalista Oswaldo Amorim&amp;rdquo;, atual sede da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal, localizada na Rua Rua Dr. Jos&amp;eacute; Olympio de Mello, 151, Bairro Eldorado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Poder&amp;atilde;o fazer parte da licita&amp;ccedil;&amp;atilde;o os produtores rurais e pessoas f&amp;iacute;sica e jur&amp;iacute;dica do agroneg&amp;oacute;cio. As lojas disponibilizadas poder&amp;atilde;o comercializar produtos hortifrutigranjeiros, cereais, artesanato, industriais do agroneg&amp;oacute;cio e afins.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O valor do lance m&amp;iacute;nimo do preg&amp;atilde;o &amp;eacute; de R$ 30 mil para o restaurante, R$ 40 mil para lojas de 128 metros quadrados (lojas 09, 10, 11 e 12) e R$ 25 mil para as demais lojas. O prazo para permiss&amp;atilde;o de uso &amp;eacute; de cinco anos contados da assinatura do contrato de permiss&amp;atilde;o de uso remunerada, podendo ser prorrogado por mais cinco anos. As atividades dever&amp;atilde;o ser iniciadas em at&amp;eacute; 30 dias ap&amp;oacute;s a assinatura do contrato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Interessados dever&amp;atilde;o acessar o site da Prefeitura de Patos de Minas, http://www.patosdeminas.mg.gov.br, no menu ir at&amp;eacute; &amp;ldquo;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Servi&amp;ccedil;os &amp;ndash; Editais e licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo; local onde o edital desta concorr&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel. A vers&amp;atilde;o impressa do mesmo est&amp;aacute; afixada nas unidades do CEASA de Patos de Minas, Contagem e Uberl&amp;acirc;ndia.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>CEASA Regional lan&#231;a edital de permiss&#227;o de uso de suas lojas </titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-03-01T20:29:00-03:00</updated-at>
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    <autor></autor>
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    <created-at type="datetime">2010-02-26T10:57:24-03:00</created-at>
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    <fonte>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o da FAEMG</fonte>
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    <sintese>Segundo assessoria jur&#237;dica da FAEMG, decis&#227;o do STF &#233; restrita ao Frigor&#237;fico Mataboi.</sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;A decis&amp;atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou inconstitucional a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria pelo empregador rural pessoa f&amp;iacute;sica para o Fundo de Assist&amp;ecirc;ncia ao Trabalhador Rural (FUNRURAL) sobre a receita bruta proveniente da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o rural, n&amp;atilde;o altera a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida ao Senar (Servi&amp;ccedil;o Nacional de Aprendizagem Rural), que continua obrigat&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;De acordo com a Assessoria Jur&amp;iacute;dica da FAEMG (Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecu&amp;aacute;ria do Estado de Minas Gerais), como os votos dos ministros do STF ainda n&amp;atilde;o foram disponibilizados, at&amp;eacute; o momento &amp;eacute; certo apenas que o Frigor&amp;iacute;fico Mataboi (que entrou com o recurso no STF) est&amp;aacute; dispensado de reter e de recolher a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria decorrente da comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bovinos para abate, remetidos por produtores rurais pessoas f&amp;iacute;sicas empregadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;A decis&amp;atilde;o do STF tem aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o restrita apenas ao Frigor&amp;iacute;fico Mataboi. Por&amp;eacute;m, constitui-se um precedente na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o jurisprudencial&amp;rdquo;, explica Francisco Barbosa, assessor jur&amp;iacute;dico da Faemg. Segundo ele, &amp;eacute; importante ressaltar as seguintes quest&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Direito de ressarcimento &amp;ndash; apenas para quem vendeu bovinos para abate ao Frigor&amp;iacute;fico Mataboi. Para obter o ressarcimento, o produtor deve: aguardar a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ac&amp;oacute;rd&amp;atilde;o e seu tr&amp;acirc;nsito em julgado para, somente ap&amp;oacute;s, ajuizar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ressarcimento; verificar se na nota fiscal de venda ao Frigor&amp;iacute;fico consta o desconto da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria; e obter o documento do recolhimento.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Fim da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o implica contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a folha de pagamento - Se foi reconhecida a inconstitucionalidade do art. 25 e seus incisos I e II, da Lei 8.212/91, a prolifera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste julgamento, atrav&amp;eacute;s de outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pode representar preju&amp;iacute;zo para o produtor rural, especialmente nas atividades em que demanda m&amp;eacute;dio ou grande n&amp;uacute;mero de trabalhadores empregados, pois restabelece a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do recolhimento sobre a folha de pagamento (ao m&amp;ecirc;s, 20% da folha de pagamento e de a 1 a 3% pelos Riscos Ambientais do Trabalho).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SENAR &amp;ndash; O julgamento do STF n&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;ou todo o recolhimento de 2,3% sobre a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas apenas 2,0% de contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria e 0,1% ao RAT &amp;ndash; Riscos de Acidentes de Trabalho. Assim, em toda venda de bovinos aos frigor&amp;iacute;ficos, inclusive ao Mataboi, permanece a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do recolhimento de 0,2%, pelo frigor&amp;iacute;fico, ao SENAR.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;De acordo com a assessora jur&amp;iacute;dica do SENAR MINAS, Cl&amp;aacute;udia Cobianchi, permanece a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista no par&amp;aacute;grafo 5&amp;ordm; do artigo 11 do Decreto 566/92 da empresa adquirente, consumidora ou consignat&amp;aacute;ria ou a cooperativa na obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reter e efetuar o recolhimento da contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao SENAR do valor descontado do produtor rural pessoa f&amp;iacute;sica, sob pena de responsabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O recolhimento para o SENAR continuar&amp;aacute; a ser efetuado atrav&amp;eacute;s da guia da Previd&amp;ecirc;ncia Social (GPS), como contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida a terceiros (SENAR), c&amp;oacute;digo 2607 se houver recolhimento concomitante para a Previd&amp;ecirc;ncia, ou os c&amp;oacute;digos 2615 e 2712, se for recolhimento apenas para o SENAR.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Contribui&#231;&#227;o ao Senar n&#227;o muda com a decis&#227;o do STF sobre o Funrural</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-26T10:57:24-03:00</updated-at>
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    <autor>Mariangela Nogueira - Foto: Divulga&#231;&#227;o </autor>
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    <created-at type="datetime">2010-02-23T19:14:37-03:00</created-at>
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    <sintese>Ser&#227;o dois encontros: um em Patos de Minas, no dia 3 e outro em Paracatu, no dia 4 de mar&#231;o.</sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;Nos dias 3 e 4 de mar&amp;ccedil;o, o Senar Minas promover&amp;aacute; encontro com os presidentes das entidades conveniadas. No dia 03, em Patos de Minas, de 10 &amp;agrave;s 16h, na sede do Sindicato dos Produtores Rurais (Rua Major Gote, 1158 &amp;ndash; Bairro Alto Cai&amp;ccedil;aras) e, no dia 04, em Paracatu, tamb&amp;eacute;m, de 10 &amp;agrave;s 16h, na sede do Sindicato (Rua Rio Grande do Sul, 1204 &amp;ndash; Bairro Mirante). Os encontros ter&amp;atilde;o as presen&amp;ccedil;as do superintendente do Senar Minas, Ant&amp;ocirc;nio do Carmo Neves; da assessora jur&amp;iacute;dica Cl&amp;aacute;udia Carvalho Cobianchi e do gerente regional do Senar, S&amp;eacute;rgio de Carvalho Coelho.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O gerente regional informou que nestes dois encontros ser&amp;atilde;o tratados assuntos relativos ao desenvolvimento da parceria das entidades com o Senar, visando &amp;agrave; melhoria da qualidade dos trabalhos realizados junto &amp;agrave;s comunidades rurais. &amp;ldquo;O objetivo &amp;eacute; promover esta intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os conveniados, ouvir sugest&amp;otilde;es e promover uma troca de experi&amp;ecirc;ncias&amp;rdquo;, comentou.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Em Patos de Minas, dever&amp;atilde;o participar os presidentes dos sindicatos de produtores rurais de Abaet&amp;eacute;, Coromandel, Dores do Indai&amp;aacute;, Estrela do Indai&amp;aacute;, Estrela do Sul, Ira&amp;iacute; de Minas, Lagamar, Luz, Matutina, Monte Carmelo, Patos de Minas, Patroc&amp;iacute;nio, Presidente Oleg&amp;aacute;rio, S&amp;atilde;o Gon&amp;ccedil;alo do Abaet&amp;eacute;, S&amp;atilde;o Gotardo, Serra do Salitre, Tiros, Tr&amp;ecirc;s Marias, Varj&amp;atilde;o de Minas, Vazante e ainda, os presidentes da Adesrio (Ag&amp;ecirc;ncia para o Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social de Rio Parana&amp;iacute;ba), da Carpec (Cooperativa Agropecu&amp;aacute;ria de Carmo do Parana&amp;iacute;ba) e da Cooperabaet&amp;eacute; (Cooperativa dos Produtores Rurais de Abaet&amp;eacute;).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Em Paracatu, est&amp;atilde;o convidados os presidentes dos sindicatos de produtores rurais de Arinos, Buritis, Cabeceira Grande, Formoso, Guarda-Mor, Jo&amp;atilde;o Pinheiro, Lagoa Grande, Paracatu, Urucuia e ainda, os presidentes da CAAFBOM (Central das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Agricultura Familiar de Bonfin&amp;oacute;polis de Minas), da Capul (Cooperativa Agropecu&amp;aacute;ria de Una&amp;iacute;) e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Chapada Ga&amp;uacute;cha.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Senar Minas promove encontros com entidades conveniadas</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-23T19:14:37-03:00</updated-at>
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    <autor></autor>
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    <created-at type="datetime">2010-02-11T14:59:55-02:00</created-at>
    <data type="date">2010-02-11</data>
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    <fonte>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o da CNA - Foto: Reprodu&#231;&#227;o</fonte>
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    <sintese>A CNA vai divulgar mensalmente tabelas, formando um hist&#243;rico de dados, que ser&#227;o atualizadas sempre no dia 15 de cada m&#234;s, trazendo os pre&#231;os e custos vigentes no m&#234;s anterior.</sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;O produtor rural j&amp;aacute; pode contar com uma nova s&amp;eacute;rie de indicadores dos custos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da agropecu&amp;aacute;ria, um conjunto de dados que vai promover o aperfei&amp;ccedil;oamento da gest&amp;atilde;o das atividades no meio rural. O trabalho foi lan&amp;ccedil;ado nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, pela presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecu&amp;aacute;ria do Brasil (CNA), senadora K&amp;aacute;tia Abreu. A CNA vai divulgar mensalmente tabelas, formando um hist&amp;oacute;rico de dados. Os primeiros produtos que ter&amp;atilde;o custos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pre&amp;ccedil;os de venda monitorados s&amp;atilde;o feij&amp;atilde;o, leite, milho, soja, arroz e o boi gordo. Ao longo do ano, novos produtos ser&amp;atilde;o incorporados ao estudo, como algod&amp;atilde;o, caf&amp;eacute;, frutas e trigo. As tabelas ser&amp;atilde;o atualizadas sempre no dia 15 de cada m&amp;ecirc;s, trazendo os pre&amp;ccedil;os e custos vigentes no m&amp;ecirc;s anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A presidente da CNA, senadora K&amp;aacute;tia Abreu, realizou nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, o lan&amp;ccedil;amento da nova s&amp;eacute;rie de dados. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o consolidadas no boletim &amp;ldquo;CNA - Custos &amp;amp; Pre&amp;ccedil;os&amp;rdquo;, dispon&amp;iacute;vel para consulta no Canal do Produtor (www.canaldoprodutor.com.br). Os dados ser&amp;atilde;o transmitidos ininterruptamente em monitores de v&amp;iacute;deo instalados na sede da CNA, na C&amp;acirc;mara dos Deputados e no Senado Federal. K&amp;aacute;tia Abreu explicou que o principal objetivo deste novo estudo &amp;eacute; fornecer ao produtor rural um &amp;iacute;ndice de refer&amp;ecirc;ncia sobre o custo real da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o objetivo de garantir maior seguran&amp;ccedil;a no gerenciamento da atividade agr&amp;iacute;cola. Mas ela destacou que os dados tamb&amp;eacute;m permitir&amp;atilde;o &amp;agrave; sociedade comparar os valores que o homem do campo recebe pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola e quais s&amp;atilde;o os pre&amp;ccedil;os cobrados pelos alimentos nas cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A primeira s&amp;eacute;rie do boletim &amp;ldquo;CNA - Custos &amp;amp; Pre&amp;ccedil;os&amp;rdquo; revelou realidades diversas, com situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de promissora rentabilidade ou descapitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de acordo com o tipo de atividade e regi&amp;atilde;o. &amp;ldquo;Os n&amp;uacute;meros comprovam que o produtor rural precisa ter uma boa gest&amp;atilde;o de sua atividade&amp;rdquo;, diz a coordenadora da &amp;aacute;rea de Estudos Econ&amp;ocirc;micos da CNA, Rosemeire dos Santos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A diferen&amp;ccedil;a entre lucro, equil&amp;iacute;brio nas receitas e despesas ou preju&amp;iacute;zo pode ser muito t&amp;ecirc;nue e ocorrer at&amp;eacute; mesmo em regi&amp;otilde;es produtoras que ficam pr&amp;oacute;ximas umas das outras, como ocorre na orizicultura. O custo total para produzir uma saca de 50 quilos de arroz em Pelotas, sul do Rio Grande do Sul, &amp;eacute; de R$ 33,57, mas o pre&amp;ccedil;o de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Estado &amp;eacute; de R$ 31,14. O produtor pelotense, portanto, perde R$ 2,43 por saca. J&amp;aacute; em Itaqui, a cerca de 600 quil&amp;ocirc;metros de Pelotas, na fronteira com a Argentina, o custo de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cai para R$ 26,96 por saca, ou seja, sobra R$ 4,18 para o produtor no momento da venda.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do solo, dist&amp;acirc;ncia dos pontos de escoamento e log&amp;iacute;stica alteram a rentabilidade do produtor, destaca Rosemeire. O produtor de soja de Campo Mour&amp;atilde;o, no Paran&amp;aacute;, gasta R$ 32,98 para produzir uma saca de 60 quilos na atual safra e encontra um pre&amp;ccedil;o de venda de R$ 38,68, gerando uma diferen&amp;ccedil;a positiva de R$ 5,70. J&amp;aacute; o agricultor de Sorriso, em Mato Grosso, desembolsa R$ 29,61 para produzir uma saca de soja e recebe R$ 28,30, gerando uma perda de R$ 1,31.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A pesquisa &amp;eacute; resultado de parceria da CNA com o Programa de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Continuada em Economia e Gest&amp;atilde;o de Agroneg&amp;oacute;cio (PECEGE) e com o Centro de Estudos Avan&amp;ccedil;ados em Economia Aplicada (CEPEA), ligados &amp;agrave; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP); e com a Universidade Federal de Lavras (UFLA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Novo Boletim de Custos de Produ&#231;&#227;o da CNA evidencia diferen&#231;as regionais</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-11T14:59:55-02:00</updated-at>
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    <created-at type="datetime">2010-02-11T14:52:53-02:00</created-at>
    <data type="date">2010-02-11</data>
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    <fonte>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o da CNA - Foto: Reprodu&#231;&#227;o</fonte>
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    <sintese> Em 2008, o PIB do setor atingiu R$ 764,6 bilh&#245;es, em valores nominais. </sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecu&amp;aacute;ria brasileira recuou 6% em 2009, fechando o ano na marca de R$ 718 bilh&amp;otilde;es. Em 2008, o PIB do setor atingiu R$ 764,6 bilh&amp;otilde;es, em valores nominais. Ou seja, a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o representa perda de R$ 45 bilh&amp;otilde;es na renda do agroneg&amp;oacute;cio nacional. Os n&amp;uacute;meros foram anunciados nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, pela Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecu&amp;aacute;ria do Brasil (CNA), levando em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o os resultados acumulados entre janeiro e novembro de 2009. O c&amp;aacute;lculo &amp;eacute; realizado em parceria com o Centro de Estudos Avan&amp;ccedil;ados em Economia Aplicada da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (CEPEA/USP).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;ldquo;Os pre&amp;ccedil;os foram bons, a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fluiu, mas o produtor rural perdeu renda em 2009&amp;rdquo;, afirma a presidente da CNA, senadora K&amp;aacute;tia Abreu. Os reflexos da perda de renda do setor rural j&amp;aacute; s&amp;atilde;o percebidos, com menores despesas nos tratos culturais, alerta a CNA. Um dos efeitos gerados pela queda de renda foi a queda no volume de entrega de fertilizantes para o cultivo da atual safra, cita K&amp;aacute;tia Abreu. Na pecu&amp;aacute;ria, a baixa rentabilidade com a venda de animais fez com que os produtores deixassem de adquirir os compostos nutricionais para alimentar os rebanhos, optando pelo uso do milho, o que prejudicou a ind&amp;uacute;stria de ra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O estudo completo pode ser conferido no Canal do Produtor (www.canaldoprodutor.com.br).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A presidente da CNA alerta que a queda de renda do setor rural em 2009 exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial no m&amp;eacute;dio prazo. K&amp;aacute;tia Abreu explica que o produtor sofreu um processo de descapitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ano passado e tende a enfrentar dificuldades que n&amp;atilde;o se limitam &amp;agrave; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tratos culturais. H&amp;aacute; possibilidade de o setor enfrentar precisar de maior acesso a linhas de capital de giro, destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Al&amp;eacute;m da descapitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, gerada pela queda do PIB, alguns segmentos agroneg&amp;oacute;cio enfrentam, este ano, problemas de outras naturezas, cita a senadora. Um exemplo &amp;eacute; a orizicultura ga&amp;uacute;cha, que j&amp;aacute; sofreu uma frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de colheita de 1 milh&amp;atilde;o de toneladas na atual safra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O estudo da CNA e CEPEA mostra que no acumulado entre janeiro e novembro o PIB agropecu&amp;aacute;rio acumulava queda de 5,66%. Mas somente em novembro houve uma retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o forte, de 0,47%, &amp;iacute;ndice semelhante &amp;agrave; queda de 0,50% registrada em outubro. Frente tal trajet&amp;oacute;ria de persistentes inclina&amp;ccedil;&amp;otilde;es negativas &amp;eacute; que se torna poss&amp;iacute;vel estimar uma queda consolidada de 6% em 2009, explica a chefe da &amp;aacute;rea de Assuntos Econ&amp;ocirc;micos da CNA, Rosemeire dos Santos. A economista explica que o PIB do setor rural voltar&amp;aacute; ao patamar de 2007, quando atingiu R$ 714 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;Isoladamente, o agroneg&amp;oacute;cio da agricultura (produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o prim&amp;aacute;ria, distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ind&amp;uacute;stria e setor de insumos) apresentou retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 6,13% entre janeiro e novembro; enquanto que o agroneg&amp;oacute;cio da pecu&amp;aacute;ria caiu 4,54% no per&amp;iacute;odo. A partir da combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre esses dois segmentos &amp;eacute; que se projeta a queda de 5,66% no total do agroneg&amp;oacute;cio. Nas lavouras, as mais fortes perdas envolveram algod&amp;atilde;o, amendoim, caf&amp;eacute;, feij&amp;atilde;o, laranja, mamona, milho e trigo, com recuo de pre&amp;ccedil;os e volumes comercializados. Na ind&amp;uacute;stria, a &amp;aacute;rea de &amp;oacute;leos vegetais foi a que sofreu a mais forte perda, com redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 17% no PIB ao longo do ano, refletindo a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado externo.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>PIB do Agroneg&#243;cio cai 6% em 2009, com perdas de R$ 45 bi</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-11T14:52:53-02:00</updated-at>
  </noticia>
  <noticia>
    <autor>Millene  Mesquita</autor>
    <categoria-noticia-id type="integer">12</categoria-noticia-id>
    <created-at type="datetime">2010-02-11T14:38:36-02:00</created-at>
    <data type="date">2010-02-11</data>
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    <sintese>Os vereadores ficaram surpresos com a quantidade de produtores rurais na nova estrutura e relembraram as dificuldades pela falta de espa&#231;o na antiga Ceasa. 
</sintese>
    <texto>&lt;p&gt;Os vereadores Isa&amp;iacute;as Martins de Oliveira e Maria Dalva da Mota Azevedo- Dalva Mota, no in&amp;iacute;cio deste m&amp;ecirc;s, visitaram a Ceasa Regional para conferir as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento. O maior centro de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hortifrutigranjeiros do Alto Parana&amp;iacute;ba custou cerca de R$ 7 milh&amp;otilde;es, os recursos vieram do Governo Federal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ap&amp;oacute;s pol&amp;ecirc;micas sobre falhas estruturais no projeto, a obra foi inaugurada no m&amp;ecirc;s de outubro de 2009 e automaticamente a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos espa&amp;ccedil;os de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que passaram de 80 para 200 pedras. Os vereadores ficaram surpresos com a quantidade de produtores rurais na nova estrutura e relembraram as dificuldades pela falta de espa&amp;ccedil;o na antiga Ceasa.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversando com produtores, compradores e atacadistas, os vereadores Isa&amp;iacute;as Martins e Dalva Mota constataram alguns pontos a serem melhorados pelos gestores da Ceasa Regional: Bebedouros &amp;ndash; s&amp;atilde;o poucos, a &amp;aacute;gua &amp;eacute; quente para o consumo, faltam copos descart&amp;aacute;veis. Tamb&amp;eacute;m se manifestaram sobre o uso indevido para lavar as m&amp;atilde;os e at&amp;eacute; mesmo as verduras e legumes.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A justificativa &amp;eacute; a falta de um tanque para lavar as verduras e as m&amp;atilde;os e de sanit&amp;aacute;rios mais pr&amp;oacute;ximos da &amp;aacute;rea de comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; Para amenizar o calor foi sugerida a implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projeto de paisagismo para a arboriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada; Melhorar a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para evitar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos atravessadores que segundo os produtores rurais, compram as mercadorias e as revendem na Ceasa; Apesar do plebiscito realizado com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 120 usu&amp;aacute;rios que definiu o hor&amp;aacute;rio para a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 15h30m, alguns comerciantes e compradores reclamam e dizem que o melhor seria adotar hor&amp;aacute;rio pela manh&amp;atilde;, a partir das 7 horas;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi sugerida a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pra&amp;ccedil;a de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para que os usu&amp;aacute;rios possam ter outra op&amp;ccedil;&amp;atilde;o; Segundo informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a prefeitura deixou de adquirir produtos para a merenda escolar dos produtores e passou a comprar em sacol&amp;atilde;o; Aumento de 233% na pedra para comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, passando de R$ 3,00 para R$ 10,00.&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>Vereadores fiscalizam Ceasa Regional ap&#243;s tr&#234;s meses de funcionamento</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-11T14:38:36-02:00</updated-at>
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    <autor></autor>
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    <created-at type="datetime">2010-02-10T13:40:34-02:00</created-at>
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    <fonte>Assessoria de Comunica&#231;&#227;o da CNA - Foto: Reprodu&#231;&#227;o</fonte>
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    <sintese>Pesquisas foram feitas em todo o pa&#237;s com informa&#231;&#245;es sobre os gastos do homem do campo para produzir e os pre&#231;os exercidos no mercado.</sintese>
    <texto>&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;A presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecu&amp;aacute;ria do Brasil (CNA), senadora K&amp;aacute;tia Abreu, lan&amp;ccedil;a nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, &amp;agrave;s 15h, uma nova s&amp;eacute;rie de indicadores dos Custos de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agropecu&amp;aacute;ria brasileira. A partir de pesquisas realizadas em todo o Brasil, a CNA come&amp;ccedil;ar&amp;aacute;, a partir de amanh&amp;atilde;, a divulgar tabelas in&amp;eacute;ditas com dois tipos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o: o gasto que o homem do campo tem para produzir e quais os pre&amp;ccedil;os exercidos quando os produtos chegam ao mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A primeira s&amp;eacute;rie de dados que ser&amp;aacute; divulgada nesta quarta-feira trata dos pre&amp;ccedil;os praticados em janeiro para soja, cana-de-a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, gado de corte e leite. Ao longo do ano, o &amp;iacute;ndice de custos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CNA vai envolver outros itens, como milho, arroz, caf&amp;eacute;, fibras e frutas. A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dados ser&amp;aacute; mensal, com publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Canal do Produtor (www.canaldoprodutor.com.br).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;A CNA fornecer&amp;aacute; ao produtor rural um &amp;iacute;ndice de refer&amp;ecirc;ncia sobre o custo real da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o objetivo de garantir maior seguran&amp;ccedil;a no gerenciamento da atividade agr&amp;iacute;cola. Os dados tamb&amp;eacute;m permitir&amp;atilde;o que a sociedade compare os valores que s&amp;atilde;o pagos ao homem do campo pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola e os pre&amp;ccedil;os cobrados pelos alimentos nas cidades. A pesquisa dos Custos de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da agropecu&amp;aacute;ria &amp;eacute; resultado de uma parceria com o Programa de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Continuada em Economia e Gest&amp;atilde;o de Agroneg&amp;oacute;cio (PECEGE) e com o Centro de Estudos Avan&amp;ccedil;ados em Economia Aplicada (CEPEA), ligados &amp;agrave; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP); e com a Universidade Federal de Lavras (UFLA).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify"&gt;O lan&amp;ccedil;amento dos indicadores do Custo de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o da agropecu&amp;aacute;ria brasileira ocorre nesta quarta-feira, 10 de fevereiro, &amp;agrave;s 15h, na sede da CNA (SGAN Quadra 601 Bloco K - Edif&amp;iacute;cio Ant&amp;ocirc;nio Ernesto de Salvo &amp;ndash; Bras&amp;iacute;lia/DF). Ao final da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a presidente da CNA, senadora K&amp;aacute;tia Abreu, conceder&amp;aacute; entrevista coletiva &amp;agrave; imprensa.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</texto>
    <titulo>CNA lan&#231;a nova s&#233;rie de indicadores do custo de produ&#231;&#227;o na Agropecu&#225;ra Brasileira</titulo>
    <updated-at type="datetime">2010-02-10T13:40:34-02:00</updated-at>
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